Aurel Schmidt
Referir-se à natureza como parte do mundo que existe independentemente do ser humano, da civilização, é uma fantasia romântica. A natureza é bonita, não necessariamente bacana; ela convive com a poluição, com o desperdício, é o atual meio ambiente na terra…
Essa mistura de beauty & junk, como nossas vidas, que estão num estado constante de decadência e renovação, está presente nos trabalhos da canadense Aurel Schmidt. Muitas Bitucas de cigarro e lixo revirado em ruas de Nova York serão vistos na Whitney Biennial, da qual participarão apenas 55 artistas, de 25 de Fevereiro a 30 de Maio de 2010.
Abaixo, fotos da artista na Purple Magazine



imagens: reprodução
“Sexuality is the go head of my practice. Think about sex; have sex; make art about sex. Fall in love; make art about love. Dig up repressed sexual issues; have sex in the face of these issues. Make art about it. Make babies; make art about babies…’til infinity.”
Aurel Schmidt









